'Nefasta à democracia brasileira', diz líder do governo sobre PEC da Anistia

  • 11/05/2026
'Nefasta à democracia brasileira', diz líder do governo sobre PEC da anistia O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), chamou a PEC da Anistia de "nefasta à democracia brasileira" e disse que "não há como dar anistia a quem depreda três prédios públicos, pois acaba virando um estímulo para que outros repitam o feito. "Eu acho que a técnica da Anistia é extremamente nefasta à democracia brasileira. Não dá para dar anistia a quem depredou três prédios públicos do Supremo, do Congresso e do Palácio do Planalto, e acaba virando um estímulo a que outros repitam o feito. Aquele 8 de janeiro de triste memória", disse nesta quarta-feira (11) em entrevista ao Estúdio i da GloboNews. Bastidores: acompanhe o canal da Sadi no WhatsApp Ainda sobre os ataques de 8 de janeiro, o senador do PT da Bahia pondera sobre a distinção na hora de punir os financiadores do ato e aqueles que chamou de "massa de manobra". 'Não restou outra alternativa', diz líder do PL na Câmara sobre retomar debate de PEC da Anistia "O fundamental era punir os que financiaram, enquanto a massa de manobra estava quebrando a sede dos Três Poderes. Eu não posso igualar alguém que foi trazido a Brasília com aqueles que, repito, provavelmente estavam no ar-condicionado olhando o pessoal quebrando tudo." Rejeição de Jorge Messias no Senado O senador descreveu a derrota do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, indicado de Lula para uma vaga no STF, como uma "violência institucional" motivada por vingança política e retaliação eleitoral, destacando a precisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em prever o resultado negativo da votação que ocorreu em 29 de abril. "A rejeição do Messias foi uma cacetada no governo Lula. Foi uma crueldade e uma violência institucional. Havia uma grande preferência pelo ex-presidente da casa, Rodrigo Pacheco (PSB-MG). Tinha gente que estava com raiva por não ter sido escolhido o Rodrigo", contextualiza o senador. Antes de Jorge Messias ser o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para substituir Luis Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), Alcolumbre tentou consolidar o nome do senador Rodrigo Pacheco para a vaga. "Voto secreto é um convite à traição, como sempre se diz na política. Infelizmente, nós fomos traídos, ou eu fui traído. Davi [Alcolumbre] virou-se e me disse: vocês vão perder por 8. Então ele tinha uma contabilidade bastante precisa, porque nós perdemos por sete", diz Jaques Wagner, ao relembrar que o sistema de votação do Senado para o caso da indicação de Messias foi secreto e ao citar o placar final da votação. No dia, Messias perdeu por 42 votos contra sua indicação e apenas 34 a favor. GloboPop: veja os vídeos do palco da Andréia Sadi

FONTE: https://g1.globo.com/politica/blog/andreia-sadi/post/2026/05/11/jaques-wagner-entrevista-estudio-i.ghtml


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