Flávio Bolsonaro já deu a linha de como irá combater Lula: bater na tecla de que corrupção chegou ao gabinete do presidente
17/08/2026
(Foto: Reprodução) Lula diz confiar em Lulinha, mas afirma que não pedirá encerramento de investigação
Em seu primeiro dia de campanha, o candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, deu a linha de como irá combater o seu principal adversário.
Disse que a corrupção chegou no gabinete do presidente Lula, referência ao ex-chefe de gabinete da Presidência Marco Aurélio Santana, o Marcola, que teve pagamentos pessoais pagos por uma lobista amiga do filho mais velho do petista.
A equipe de Flávio Bolsonaro acompanha de perto as novas revelações relacionadas tanto a Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, e a Marcola.
A avaliação de assessores do senador do PL é que ainda vão surgir mais detalhes de como Lulinha se relacionava com a empresária e lobista Roberta Luchsinger, que emprestou dinheiro para Marcola para pagar despesas pessoais dele.
Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro dia de campanha
Agência Estado
Neste fim de semana, o site "Metrópoles" divulgou novas conversas de whatsapp entre Lulinha e a lobista sobre negócios no governo. E, em relação a Marcola, há uma conversa em que a lobista teria comprado joias para o ex-chefe de gabinete de Lula, com as quais ele teria presenteado sua mulher.
Diante das novas notícias, Flávio Bolsonaro tem investido no assunto nas redes sociais. Em uma publicação nesta segunda-feira (17), o candidato do PL afirmou que "A casa caiu para a família Lula" e mencionou a ligação de Lulinha com a lobista.
Em relação a Lulinha, o presidente tem dito confiar nele, mas que, se alvo ficar comprovado contra ele, seu filho de terá de prestar contas à Justiça.
No caso de Marcola, a situação traz mais incômodo ao presidente, já que seu ex-chefe de gabinete acertava empréstimos com uma lobista.
A equipe de Lula sabe que terá de enfrentar esses ataques durante a campanha presidencial. Levantamentos feitos por assessores de Lula indicam que, apesar das tentativas de Roberta Luchsinger, ela não fechou negócios com o governo.
Principalmente com o Ministério da Saúde, com o qual tentava viabilizar uma compra de canabidiol pelo governo. As negociações não foram fechadas.