Defesa de Carla Zambelli recorre ao pedido de extradição na Itália; o que acontece agora?

  • 26/03/2026
(Foto: Reprodução)
Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli Nesta quinta-feira (26), a Justiça italiana decidiu que Carla Zambelli (PL-SP) será extraditada do país. No entanto, a defesa da ex-deputada já afirmou que vai recorrer da decisão — que ainda não tem prazo para análise nem para uma decisão final. O que deve acontecer agora? 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Zambelli, que tem cidadania italiana, deixou o Brasil em maio do ano passado após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Deputada Carla Zambelli (PL-SP) Mário Agra/Câmara dos Deputados Caso a extradição seja de fato decretada, o processo será analisado pelo Ministério da Justiça italiano, a quem cabe liberar a volta ao Brasil formalmente. Logo em seguida, as autoridades italianas comunicarão oficialmente ao governo brasileiro — que deve tomar as rédeas a partir daí. Por fim, a Polícia Federal será responsável por organizar a logística da transferência, já que cabe ao Brasil realizar a retirada da extraditanda. Durante todo o processo, Zambelli deverá permanecer presa. No entanto, os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram à TV Globo que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá à Corte Suprema de Apelações. A decisão final cabe ao Ministro da Justiça italiano, Carlo Nordio. A condenação de Zambelli Zambelli foi condenada por unanimidade pelo STF em maio de 2025 pela invasão dos sistemas do CNJ. Quando já estava na Itália, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, desta vez por perseguir, armada, um homem em São Paulo em 2022. O colegiado seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que propôs: Carla Zambelli: 10 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, perda do mandato parlamentar (a ser declarada pela Câmara dos Deputados após o trânsito em julgado) e inelegibilidade. Walter Delgatti: 8 anos e 3 meses de prisão, em regime inicialmente fechado. Ele já cumpre prisão preventiva. Indenização: a deputada e o hacker também terão que pagar uma indenização de R$ 2 milhões por danos morais e coletivos. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. A Primeira Turma entendeu que Carla Zambelli e Walter Delgatti cometeram os crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica. A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusou os dois de coordenarem ataques aos sistemas do CNJ com o objetivo de desacreditar a Justiça e incitar atos antidemocráticos. De acordo com a denúncia, Zambelli orientou Delgatti a invadir o sistema para inserir documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a PGR, a intenção era "colocar em dúvida a legitimidade da Justiça" e fomentar manifestações contra as instituições republicanas. Outra condenação Quando já estava na Itália, Zambelli foi condenada novamente pelo STF, desta vez por perseguir, armada, um homem em São Paulo em 2022. Nesse caso, a Justiça condenou a parlamentar a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

FONTE: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/26/defesa-de-carla-zambelli-recorre-ao-pedido-de-extradicao-na-italia-o-que-acontece-agora.ghtml


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